- É melhor correr, Matheus! - Falei para mim mesmo, quando passei pela primeira esquina que vi. - Primeiro dia de faculdade e você está atrasado? Seu idiota! Completamente idiota!
Passei por mais algumas ruas e encontrei o local.
Enquanto eu subia apressadamente as longas escadas, percebi que outra pessoa estava descendo, mas não à tempo. A tal pessoa (que estava cheia de livros nas mãos) esbarrou-se em mim com brutalidade, e acabamos rolando nós dois escada a baixo.
- Francamente... Olhe por onde... - Eu já ia começar a reclamar, quando a tal pessoa me interrompeu.
- Por onde eu ando? Desculpe, mas por acaso eu não te vi, pois eu estava carregando UMA PILHA DE LIVROS. - Percebi pela voz que era uma menina.
Olhei para a menina. Ela tinha cabelos negros e lisos, e os olhos extremamente azuis e grandes. Era magra e alta, e sua pele continha leves sardas. Era branca como papel. Mas o que mais me interessou foi que ela tinha um leve sotaque estrangeiro.
- Me desculpe, só estou nervoso. - A ajudei a recolher os livros. - Cifras e partituras? Interessante.
- Eu faço Música. E você?
- Publicidade. Qual o seu nome?
- Carolyn. Sou norte-americana, me mudei para cá esse ano.
- Oh, very cool. I know speak English.
- Yeah?
- More or less. - Ri com ela, e recolhi o último livro. - Nos vemos mais tarde, Carolyn. Meu nome é Matheus.
- Okay, Matheus.
Me lembrei da primeira vez em que eu havia visto Melissa. Ela caíra em cima de mim, como dessa vez... Sinto-me culpado por dizer, mas dessa vez fora mais divertido.
* * *
- Como foi seu primeiro dia na faculdade? - Perguntou minha mãe quando pisei em casa.
- Foi bom. Vou sair. - Ela me olhou como quem esperasse uma explicação, então me adiantei: - Aniversário de namoro. 8 meses. Vou levá-la para jantar.
- Só não volte muito tarde.
- Vou pensar no assunto. - Me fechei no quarto, tomei banho, vesti uma roupa e peguei o presente que eu ia dar à ela.
Ao chegar em sua casa, percebi o quanto ela estava bonita.
Seu vestido era roxo com cintura alta e lacinho. A manga era comprida de acordo com o clima frio, e sua saia ondulava até os joelhos.
Seu cabelo estava preso com uma tiara florida, e seus sapatos eram saltos negros. Aquele estilo com certeza combinava com ela.
- Olha quem apareceu! - Falou, enquanto se sentava ao meu lado no carro.
- Um dia com certeza foi muito para eu aguentar sem você também, amorzinho. - Beijei seus lábios. - Que nojo, você passou batom!
Ela riu e me beijou novamente, e dessa vez aprofundamos. Peguei-a pela cintura e a puxei para mais perto, enquanto minha mão livre acariciava seus cabelos. Mesmo o freio atrapalhando nos aproximarmos mais, aquela distância não estava tão ruim. Porém, quando a distância se tornou incômoda, me afastei.
- Calma, amorzinho... Mais tarde aproveitamos o tempo juntos no banco de trás. - Falei, com um sorriso brincalhão. Ela riu e me deu um beliscão.
Eu estava tão perdido em meus devaneios que esqueci.
- Aqui seu presente. - Dei-lhe o embrulho. - Espero que goste.
Ela abriu. Quando viu o qye estava dentro, abriu o maior sorriso.
- Matheus! Você é idiota?! - Falou. - Quanto custou isso? Eu amei!
Era um colar escrito "Melissa", uma nota musical no meio e o nome "Matheus". Eu pedira para o homem fazer especialmente com nossos nomes.
- Não vou falar quanto custou. Nem me teste.
Ela riu e me abraçou, ainda com o maldito freio no meio.
- E então, vamos? Se não nos apressarmos, perderemos a reserva do restaurante karaokê.
Ao chegarmos, pedi para cantar uma música. Cantei "There is a light that never goes out", de The Smiths, enquanto Melissa me ouvia com olhos alegres.
Quando terminei, ela subiu ao palco e cantou "Fidelity", de Regina Spektor, o que me deixou feliz.
Eu não era muito chegado à romances com minhas outras namoradas, sempre fui um pouco distante delas, mas com Melissa eu sentia que eu podia ser a coisa mais difícil. Ser eu mesmo.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
domingo, 20 de julho de 2014
Informações
Oi gente! Eu sou Iara Bonini D., narro o Matheus do Dear
Love. Eu estou escrevendo aqui com um intuito diferente do livro, realmente,
mas é bem importante.
As aulas voltaram! Chega de dormir até as 2 da tarde! Agora
sua mãe volta a ser a chata de sempre e te enche o saco seis horas da manhã! (desculpa
mãe, sei que você está lendo isso! Não quero morrer, o.k.? J Beijos)
Infelizmente, minhas notas não estão muito boas (malditas
provas de história J)
e vou ter que me dedicar aos estudos. Não digo nada da Olivia, que não aparece
no blog desde que mês passado. Então, Dear Love vai ser semanal (postaremos a
qualquer dia da semana).
Com amor,
Iaia
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Capitulo 1 ( 2° Temporada)
Acordei de repente, com o toque do Mat no meu celular, eu tinha botado 'American Idiot' de Green Day. Fiquei preocupada ao ver que era cinco horas da manhã, o que ele queria comigo em pleno domingo cinco horas da manhã? Nós sempre concordamos que domingo era o dia de dormir! Atendi com uma voz extremamente dormente e disse "O que é?" ele fez um barulho e perguntou "Te acordei?" eu respondi rapidamente tentando não dormir " Claro! Hoje é domingo! O que você que você quer essa hora da manhã criatura?", ele fez um barulho de cansado e não falou nada, eu senti um peso na consciência e disse "Desculpa Moreco! Eu to com muito sono... está tudo bem? Aconteceu alguma coisa?" ele apenas disse "Aconteceu sim! Amanhã você vai pra escola com um monte de garoto lá e eu não vou poder nem mandar eles pararem de olhar pra você!" eu ri nessa hora e disse "Eles tem que me olhar mesmo!", o Mat odiava pensar que eu desse mole para outro menino e disse " Se eu descobri que eles estão mexendo com você eu vou acabar com todos!" eu ri e disse "Uhum! Vai mesmo...SQN! Agora que você já deu sua crise de menininha posso ir dormir?" ele não respondeu eu fiquei meio chateada pensando se ele havia desligado, de repente o silencio ficou constrangedor, ele então disse baixinho "Posso te ver na praia daqui a meia hora..?" eu nem respondi, apenas desliguei o telefone.
Quando cheguei a praia vi ele sentado virado para o mar, a praia era o nosso lugar! Me sentei ao seu lado e deu um beijo em sua bochecha "Oi meu lindo!" disse vendo que ele estava perdido em seus pensamentos, virei seu rosto pra mim e disse "Ei! Não vai nem me cumprimentar?" então eu roubei um beijo dele. Desse beijo vieram vários, e quando a sessão acabou ele perguntou "Quando você estiver na escola vai se lembrar de mim?" eu fiquei realmente nervosa ao ouvir aquela pergunta... nunca tinha visto o 'meu Matheus' daquele jeito! Eu apenas disse " Claro que vou! Afinal foi lá que eu te conheci!" eu então o abracei, senti que ele me abraçou forte e então ele disse "Eu te amo muito! Eu sei que estou estranho... é que estou nervoso com a faculdade e tudo mais! Mas o que mais me importa na vida é você! Você é o amor da minha vida!" eu sorri e beijei ele e disse "Foi por isso que você me chamou a praia essa hora da manhã?" ele riu e assentiu com a cabeça e então disse "Na verdade eu te chamei pra lhe ver! Eu já estava com saudade..." eu então o empurrei contra a areia, me deitei em cima dele e disse "Então vamos matar a saudade!" e o beijei.
O resto do domingo fiquei grudada no Mat. Nós já sabíamos que depois que as aulas começassem não teríamos tanto tempo para se ver. Então eu apenas tentei aproveita-lo máximo.
Cheguei na escola no horário habitual, a sala estava cheia de gente nova, tivemos as apresentações! Entraram Mikael Rodrigues, Julianna Garcia, João Miguel e Laís Bulhões. Estávamos no meio da apresentação do João Miguel quando um garoto todo atrapalhado entrou na porta. Ele tinha o cabelo meio castanho cacheado, seus olhos eram intensos e ele tinha um sorriso... bem...
Quando cheguei a praia vi ele sentado virado para o mar, a praia era o nosso lugar! Me sentei ao seu lado e deu um beijo em sua bochecha "Oi meu lindo!" disse vendo que ele estava perdido em seus pensamentos, virei seu rosto pra mim e disse "Ei! Não vai nem me cumprimentar?" então eu roubei um beijo dele. Desse beijo vieram vários, e quando a sessão acabou ele perguntou "Quando você estiver na escola vai se lembrar de mim?" eu fiquei realmente nervosa ao ouvir aquela pergunta... nunca tinha visto o 'meu Matheus' daquele jeito! Eu apenas disse " Claro que vou! Afinal foi lá que eu te conheci!" eu então o abracei, senti que ele me abraçou forte e então ele disse "Eu te amo muito! Eu sei que estou estranho... é que estou nervoso com a faculdade e tudo mais! Mas o que mais me importa na vida é você! Você é o amor da minha vida!" eu sorri e beijei ele e disse "Foi por isso que você me chamou a praia essa hora da manhã?" ele riu e assentiu com a cabeça e então disse "Na verdade eu te chamei pra lhe ver! Eu já estava com saudade..." eu então o empurrei contra a areia, me deitei em cima dele e disse "Então vamos matar a saudade!" e o beijei.
O resto do domingo fiquei grudada no Mat. Nós já sabíamos que depois que as aulas começassem não teríamos tanto tempo para se ver. Então eu apenas tentei aproveita-lo máximo.
Cheguei na escola no horário habitual, a sala estava cheia de gente nova, tivemos as apresentações! Entraram Mikael Rodrigues, Julianna Garcia, João Miguel e Laís Bulhões. Estávamos no meio da apresentação do João Miguel quando um garoto todo atrapalhado entrou na porta. Ele tinha o cabelo meio castanho cacheado, seus olhos eram intensos e ele tinha um sorriso... bem...
terça-feira, 1 de julho de 2014
Capítulo Vinte e Dois
Cheguei com Parker, meu novo cão, no braço.
Minha mãe, assim que viu, insistiu em saber como eu havia arrumado mais um animal. Apenas fechei a porta do quarto.
Minha mãe, Isabela, seria uma das mulheres mais bonitas que eu havia visto se não fosse sua expressão exausta. Seus cabelos eram loiros e lisos, e seus olhos eram castanhos claros. Seu rosto tinha um formato exatamente oval. Porém, as olheiras e a falta de sol estragaram sua beleza jovem aos poucos.
Às vezes eu achava que eu pegava muito pesado com ela. Além de mim, eu tinha uma irmã de 10 anos. O fardo que nosso pai deixou era muito pesado para só ela carregar, mas mesmo assim ela deixou de ser minha mãe desde muito tempo.
* * *
Última prova do ano. Depois disso, eu já iria sair do colégio. Eu estava nervoso, porque eu realmente não queria sair do lugar onde conheci Melissa. Eu nunca mais iria ver aquele corredor, aquela escada onde nos conhecemos... eles continuariam lá, ano após ano, e eu mudando de lugares. Eu não sabia se estava realmente preparado para isso.
A professora disse que tínhamos apenas trinta minutos. Porém, quando ela avisou que só tinha mais cinco, eu já havia acabado e revisado três ou quatro vezes.
Entreguei-a a prova e saí, nervoso. A partir daquele momento eu não era mais estudante. Eu não poderia perder mais meu tempo com brigas bestas ou coisas de criança. Eu era um universitário. Eu era um adulto...
Eu tinha certeza que não estava preparado para tal coisa.
Quando voltei para casa, minha mãe pediu os resultados. Eu havia passado, e entraria no cursinho daqui há um mês e meio.
Ela ficou feliz. Eu fiquei feliz por vê-la sorrir, mesmo que só um pouquinho.
* * *
Marcos planejou uma festa de formatura nas férias. Como Regina, sua namorada (ou nova noiva) tinha uma casa de praia enorme em uma cidade próxima a Salvador (Lençóis), ficaríamos quatro dias explorando as trilhas e os rios. Perguntei para Melissa se ela queria ir, e ela disse que ia ver. Mas no fim, ela topou.
Foi muito legal. No primeiro dia, fomos no Ribeirão do Meio. Eu insisti para Melissa escorregar na cachoeira nas minhas costas, pois eu havia experimentado sozinho e curti muito. Ela acabou amarelando escorregar 30 metros de cachoeira, e comecei a zoá-la com isso.
O resto do dia ficamos passeando na cidade. Era muito bonitinha, toda pequena e com casas parecendo igrejinhas.
No segundo dia fomos à cachoeira do Sossego (as meninas do grupo começaram a passar mal por causa das 3 horas de caminhada). Eu nunca havia visto nada parecido.
No terceiro fomos ao Ribeirão de Baixo e Pai Inácio ver o por do sol. Uma das melhores vistas.
No quarto dia fomos ao Mucugezinho e à cachoeira do Mosquito. E claro, teve a festança na casa de praia.
Quando voltamos a Salvador, falei:
- Quando nos casarmos, vamos morar lá, o.k.?
Ela me olhou, assustada.
- Você é louco em pensar nisso tão cedo.
- Eu te amo. Esse é o motivo de minha loucura.
Ela sorriu.
- O.k.
- Promete?
- Prometo.
E a beijei.
FIM DA PRIMEIRA TEMPORADA
Minha mãe, assim que viu, insistiu em saber como eu havia arrumado mais um animal. Apenas fechei a porta do quarto.
Minha mãe, Isabela, seria uma das mulheres mais bonitas que eu havia visto se não fosse sua expressão exausta. Seus cabelos eram loiros e lisos, e seus olhos eram castanhos claros. Seu rosto tinha um formato exatamente oval. Porém, as olheiras e a falta de sol estragaram sua beleza jovem aos poucos.
Às vezes eu achava que eu pegava muito pesado com ela. Além de mim, eu tinha uma irmã de 10 anos. O fardo que nosso pai deixou era muito pesado para só ela carregar, mas mesmo assim ela deixou de ser minha mãe desde muito tempo.
* * *
Última prova do ano. Depois disso, eu já iria sair do colégio. Eu estava nervoso, porque eu realmente não queria sair do lugar onde conheci Melissa. Eu nunca mais iria ver aquele corredor, aquela escada onde nos conhecemos... eles continuariam lá, ano após ano, e eu mudando de lugares. Eu não sabia se estava realmente preparado para isso.
A professora disse que tínhamos apenas trinta minutos. Porém, quando ela avisou que só tinha mais cinco, eu já havia acabado e revisado três ou quatro vezes.
Entreguei-a a prova e saí, nervoso. A partir daquele momento eu não era mais estudante. Eu não poderia perder mais meu tempo com brigas bestas ou coisas de criança. Eu era um universitário. Eu era um adulto...
Eu tinha certeza que não estava preparado para tal coisa.
Quando voltei para casa, minha mãe pediu os resultados. Eu havia passado, e entraria no cursinho daqui há um mês e meio.
Ela ficou feliz. Eu fiquei feliz por vê-la sorrir, mesmo que só um pouquinho.
* * *
Marcos planejou uma festa de formatura nas férias. Como Regina, sua namorada (ou nova noiva) tinha uma casa de praia enorme em uma cidade próxima a Salvador (Lençóis), ficaríamos quatro dias explorando as trilhas e os rios. Perguntei para Melissa se ela queria ir, e ela disse que ia ver. Mas no fim, ela topou.
Foi muito legal. No primeiro dia, fomos no Ribeirão do Meio. Eu insisti para Melissa escorregar na cachoeira nas minhas costas, pois eu havia experimentado sozinho e curti muito. Ela acabou amarelando escorregar 30 metros de cachoeira, e comecei a zoá-la com isso.
O resto do dia ficamos passeando na cidade. Era muito bonitinha, toda pequena e com casas parecendo igrejinhas.
No segundo dia fomos à cachoeira do Sossego (as meninas do grupo começaram a passar mal por causa das 3 horas de caminhada). Eu nunca havia visto nada parecido.
No terceiro fomos ao Ribeirão de Baixo e Pai Inácio ver o por do sol. Uma das melhores vistas.
No quarto dia fomos ao Mucugezinho e à cachoeira do Mosquito. E claro, teve a festança na casa de praia.
Quando voltamos a Salvador, falei:
- Quando nos casarmos, vamos morar lá, o.k.?
Ela me olhou, assustada.
- Você é louco em pensar nisso tão cedo.
- Eu te amo. Esse é o motivo de minha loucura.
Ela sorriu.
- O.k.
- Promete?
- Prometo.
E a beijei.
FIM DA PRIMEIRA TEMPORADA
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Capitulo 21
O dia foi incrível! Eu e o Mat ficamos grudados e ainda teve uma grande guerra de tinta! A melhor parte foi ver a cara de inveja da Karina.
Quando a noite chegou o lugar estava incrível, já estava pronto! O Mat disse que ia me leva para algum lugar e eu só disse que sim.
Esperamos todos irem dormir e fomos. Era uma cachoeira linda! A água era totalmente transparente! Logo vi que o Matheus tava tirando a roupa, eu fiquei olhando e ele disse "Eu não vou molhar minha roupa né! " eu ri e tirei a minha também. Ficamos apenas de trajes íntimos.
A água estava quentinha, eu e o Mat ficamos abraçados um tempo e ele disse "Eu não quero te perder..." eu o beijei e disse com nossos lábios ainda juntos "Eu também não quero te perder! " os beijos foram ficando cada vez mais intensos e eu sabia onde aquilo ia dar.
Dormimos na barraca do Mat, porém como só fomos dormir de manhã só dormimos umas duas horas.
A professora disse que os animais iam chegar hoje e quem quisessr adotar podia. E foi isso que eu e o Mat fizemos, adotamos o nossos 'filhos' pegamos dois filhotes que eram irmãos, um era menina e o outro era menino, que nomeamos de Parker e Lily .
Quando cheguei em casa minha mãe amou a Lily, eu e o Mat tínhamos descidido que cada um ficava com um. Meu pai por outro lado não gostou muito e o Lip tratou a Lily como filha, só faltava saber como havia cido na casa do Mat.
Quando a noite chegou o lugar estava incrível, já estava pronto! O Mat disse que ia me leva para algum lugar e eu só disse que sim.
Esperamos todos irem dormir e fomos. Era uma cachoeira linda! A água era totalmente transparente! Logo vi que o Matheus tava tirando a roupa, eu fiquei olhando e ele disse "Eu não vou molhar minha roupa né! " eu ri e tirei a minha também. Ficamos apenas de trajes íntimos.
A água estava quentinha, eu e o Mat ficamos abraçados um tempo e ele disse "Eu não quero te perder..." eu o beijei e disse com nossos lábios ainda juntos "Eu também não quero te perder! " os beijos foram ficando cada vez mais intensos e eu sabia onde aquilo ia dar.
Dormimos na barraca do Mat, porém como só fomos dormir de manhã só dormimos umas duas horas.
A professora disse que os animais iam chegar hoje e quem quisessr adotar podia. E foi isso que eu e o Mat fizemos, adotamos o nossos 'filhos' pegamos dois filhotes que eram irmãos, um era menina e o outro era menino, que nomeamos de Parker e Lily .
Quando cheguei em casa minha mãe amou a Lily, eu e o Mat tínhamos descidido que cada um ficava com um. Meu pai por outro lado não gostou muito e o Lip tratou a Lily como filha, só faltava saber como havia cido na casa do Mat.
Capítulo Vinte
Quando eu vi Melissa batendo a cabeça na pedra, pensei que iria morrer... e comecei a chorar involuntariamente. Carreguei-a, que estava ensanguentada.
* * *
Geralmente os fones de ouvido me distraíam quando eu estava preocupado, mas nem todas as músicas do mundo de uma vez iam me distrair com Melissa inconsciente ao meu lado, parecendo um fantasma de tão pálida.
Virei-me para dar uma olhada rápida em Melissa e levei um susto ao ver que ela estava olhando para mim.
- Finalmente acordou. - Falei. - Eu já estava imaginando se você não queria um beijo para acordar, Bela Adormecida.
Ela riu, fraca. Peguei uma mecha do seu cabelo.
- Onde estou? - Ela perguntou.
- Na minha barraca.
Ela olhou em volta e sorriu.
- Espero que não tenha feito nada comigo enquanto eu estava dormindo.
Fiquei vermelho como um tomate. Como ela podia pensar nessas coisas?
- Estou brincando, babaca. Melissa fechou os olhos. - Estou cansada...
- Durma. Você perdeu muito sangue.
De repente, ela me puxou pela camisa e me beijou. E adormeceu novamente.
Sorri.
- Boa noite, Bela Adormecida. - Deitei ao seu lado e tentei adormecer, mas meu coração não podia estar mais feliz.
* * *
No dia seguinte, percebi que mal dormi e só fiquei acariciando os cabelos da Melissa.
Mas a minha preocupação era outra: e o namorado da Melissa? A Karina até que eu podia largar, já que não tinha nada sério entre nós dois, mas...
Em meio ao meu devaneio, mal percebi que Melissa havia acordado.
- Bom dia, Melissa. - Sorri.
- Bom dia... - Ela me beijou.
- Melissa... E o seu namorado?
Ela pareceu desconcertada, mas logo disse:
- Você achou que ele era meu namorado? Somos só amigos! Mas e a Karina?
- Ah, não era nada sério... a gente só ficou por uma noite e ela grudou em mim.
- Vocês...
- Não quero falar sobre isso.
- Não acredito.
- Não importa mais, o.k.?
Ela revirou os olhos e ficou calada.
- Eu prefiro mil vezes ficar com você que com a Karina, o.k.? E além do mais, se você quiser, eu passo mais mil noites com você.
Ela sorriu.
- Não importa mais. - Repitiu.
- Não importa mais.
Ela me beijou com certa urgência, e eu retribuí.
- Eu te amo. - Disse, com os lábios colados nos meus.
- EU te amo.
Dali em diante, eu sabia que aquela seria a melhor viagem de todas. Porque, de agora em diante, eu a passaria com o amor da minha vida.
* * *
Geralmente os fones de ouvido me distraíam quando eu estava preocupado, mas nem todas as músicas do mundo de uma vez iam me distrair com Melissa inconsciente ao meu lado, parecendo um fantasma de tão pálida.
Virei-me para dar uma olhada rápida em Melissa e levei um susto ao ver que ela estava olhando para mim.
- Finalmente acordou. - Falei. - Eu já estava imaginando se você não queria um beijo para acordar, Bela Adormecida.
Ela riu, fraca. Peguei uma mecha do seu cabelo.
- Onde estou? - Ela perguntou.
- Na minha barraca.
Ela olhou em volta e sorriu.
- Espero que não tenha feito nada comigo enquanto eu estava dormindo.
Fiquei vermelho como um tomate. Como ela podia pensar nessas coisas?
- Estou brincando, babaca. Melissa fechou os olhos. - Estou cansada...
- Durma. Você perdeu muito sangue.
De repente, ela me puxou pela camisa e me beijou. E adormeceu novamente.
Sorri.
- Boa noite, Bela Adormecida. - Deitei ao seu lado e tentei adormecer, mas meu coração não podia estar mais feliz.
* * *
No dia seguinte, percebi que mal dormi e só fiquei acariciando os cabelos da Melissa.
Mas a minha preocupação era outra: e o namorado da Melissa? A Karina até que eu podia largar, já que não tinha nada sério entre nós dois, mas...
Em meio ao meu devaneio, mal percebi que Melissa havia acordado.
- Bom dia, Melissa. - Sorri.
- Bom dia... - Ela me beijou.
- Melissa... E o seu namorado?
Ela pareceu desconcertada, mas logo disse:
- Você achou que ele era meu namorado? Somos só amigos! Mas e a Karina?
- Ah, não era nada sério... a gente só ficou por uma noite e ela grudou em mim.
- Vocês...
- Não quero falar sobre isso.
- Não acredito.
- Não importa mais, o.k.?
Ela revirou os olhos e ficou calada.
- Eu prefiro mil vezes ficar com você que com a Karina, o.k.? E além do mais, se você quiser, eu passo mais mil noites com você.
Ela sorriu.
- Não importa mais. - Repitiu.
- Não importa mais.
Ela me beijou com certa urgência, e eu retribuí.
- Eu te amo. - Disse, com os lábios colados nos meus.
- EU te amo.
Dali em diante, eu sabia que aquela seria a melhor viagem de todas. Porque, de agora em diante, eu a passaria com o amor da minha vida.
Capitulo 19
Depois que o Matheus desmaiou eu nem pude ajudar! A Karina logo procurou um barraco que eu não estava com o mínimo clima para continuar. Então a deixei falando sozinha!
Quando fomos embora do karaoke, percebi que o Filipe tinha entendido tudo! E disse "Fé, você é demais... porém eu mau te conheço. Você entende? " ele assentiu e disse "Amigos?!" Eu assenti e ele me abraçou.
No domingo eu, o Fê e o Lip fomos a praia! O fé amou o Lip, talvez porque eles tem praticamente o mesmo nome! Ficamos a tarde inteira lá, e foi muito divertido!
Na segunda feira a Tina, a melhor professora de artes foi lá na sala e pediu a nossa ajuda, pois teve uma enchente que destruiu um abrigo de animais e queria algumas pessoas para ajudar a reconstruir. Como era lá em Feira de Santana passaríamos um fim de semana inteiro lá.
Obviamente eu quis ir! E com certeza não teria problema com os meus pais! O ônibus buscaria a gente direto do colégio na sexta e voltaríamos no domingo a tarde.
Quando a sexta chegou eu estava muito animada. Eu fiquei a semana inteira trocando olhares com o Matheus que pelo que a Lu contou também ia a Feira. Porém infelizmente a Karina também iria.
Quando chegamos a Feira, descobrimos que iriamos dormir em barracas. Achei super divertido, seria como acampar!
Começamos a trabalhar assim que chegamos, a professora tinha separado grupos por exemplo de A-K era o grupo 1 , que iria re construir a parte de dentro, de L - Z iria reconstruir a parte de fora.
Começamos pintando algumas paredes, e percebi que o Matheus não tirava o olho de mim. Estava realmente muito calor e como eu estava com biquíni por baixo tirei a blusa. Muitas meninas me imitaram, e então foi a vez dos meninos.
Acabamos de pintar mais rápido do que imaginavamos então a professora deixou que fossemos a cachoeira.
Lá foi muito legal, começamos a fazer guerra de agua e tudo mais. Esta muito calor mesmo então resolvi que iria subir numa pedra pra me refrescante e deixar que a água caisse pelo meu corpo.
O Mat não tirava o olho do meu corpo, pareceria que ele me comer com o olhar. Percebi que comecei a escorregar. Enquanto caia só deu pra ver o Mat vindo correndo.
Quando fomos embora do karaoke, percebi que o Filipe tinha entendido tudo! E disse "Fé, você é demais... porém eu mau te conheço. Você entende? " ele assentiu e disse "Amigos?!" Eu assenti e ele me abraçou.
No domingo eu, o Fê e o Lip fomos a praia! O fé amou o Lip, talvez porque eles tem praticamente o mesmo nome! Ficamos a tarde inteira lá, e foi muito divertido!
Na segunda feira a Tina, a melhor professora de artes foi lá na sala e pediu a nossa ajuda, pois teve uma enchente que destruiu um abrigo de animais e queria algumas pessoas para ajudar a reconstruir. Como era lá em Feira de Santana passaríamos um fim de semana inteiro lá.
Obviamente eu quis ir! E com certeza não teria problema com os meus pais! O ônibus buscaria a gente direto do colégio na sexta e voltaríamos no domingo a tarde.
Quando a sexta chegou eu estava muito animada. Eu fiquei a semana inteira trocando olhares com o Matheus que pelo que a Lu contou também ia a Feira. Porém infelizmente a Karina também iria.
Quando chegamos a Feira, descobrimos que iriamos dormir em barracas. Achei super divertido, seria como acampar!
Começamos a trabalhar assim que chegamos, a professora tinha separado grupos por exemplo de A-K era o grupo 1 , que iria re construir a parte de dentro, de L - Z iria reconstruir a parte de fora.
Começamos pintando algumas paredes, e percebi que o Matheus não tirava o olho de mim. Estava realmente muito calor e como eu estava com biquíni por baixo tirei a blusa. Muitas meninas me imitaram, e então foi a vez dos meninos.
Acabamos de pintar mais rápido do que imaginavamos então a professora deixou que fossemos a cachoeira.
Lá foi muito legal, começamos a fazer guerra de agua e tudo mais. Esta muito calor mesmo então resolvi que iria subir numa pedra pra me refrescante e deixar que a água caisse pelo meu corpo.
O Mat não tirava o olho do meu corpo, pareceria que ele me comer com o olhar. Percebi que comecei a escorregar. Enquanto caia só deu pra ver o Mat vindo correndo.
Capítulo Dezoito
Eu só tinha ódio da Melissa naquele momento. Por que ela fizera isso comigo? Por que ela simplesmente me trocara... por um completo desconhecido? Isso me motivou a provar que eu estava ainda mais apaixonado pela Karina.
E teria karaokê naquele fim de semana. Eu mal podia esperar para cantar umas coisas para Melissa.
* * *
Enfim, sábado. Acordei, me arrumei, estudei por 2 horas para enfim ir ao karaokê com Jorge, Marcos, Regina e Karina.
Quando cheguei, estava praticamente a escola inteira lá. Avistei Melissa no palco, olhando diretamente para mim.
- Essa música vou dedicar a uma pessoa. Por favor não julguem minha voz, eu sou nova ainda - ela riu.
Então ela começou a cantar "Can't Blame a Girl For Trying". Prestei bastante atenção na letra e consegui compreender o que ela queria me dizer. Não pude conter um sorriso.
Quando ela terminou de cantar, eu fui o próximo a querer cantar no palco.
- Eu vou cantar "I'm Not Okay", de My Chemical Romance. - Falei, sem tirar os olhos de Melissa. - É uma música bem especial.
Enquanto eu camtava, ela me encarava, triste. Quando eu terminei, não deixei de reparar que seus olhos estavam se enchendo de lágrimas.
Deixei o novo namorado dela consolá-la, já que eu não tinha mais esse nome.
* * *
Eu já estava tonto do quanto de bebidas que os caras me fizeram experimentar. Eu já via as coisas um pouco tremidas.
Só deu tempo de ver Melissa me socorrendo, não sei porque. E então eu desmaiei.
E teria karaokê naquele fim de semana. Eu mal podia esperar para cantar umas coisas para Melissa.
* * *
Enfim, sábado. Acordei, me arrumei, estudei por 2 horas para enfim ir ao karaokê com Jorge, Marcos, Regina e Karina.
Quando cheguei, estava praticamente a escola inteira lá. Avistei Melissa no palco, olhando diretamente para mim.
- Essa música vou dedicar a uma pessoa. Por favor não julguem minha voz, eu sou nova ainda - ela riu.
Então ela começou a cantar "Can't Blame a Girl For Trying". Prestei bastante atenção na letra e consegui compreender o que ela queria me dizer. Não pude conter um sorriso.
Quando ela terminou de cantar, eu fui o próximo a querer cantar no palco.
- Eu vou cantar "I'm Not Okay", de My Chemical Romance. - Falei, sem tirar os olhos de Melissa. - É uma música bem especial.
Enquanto eu camtava, ela me encarava, triste. Quando eu terminei, não deixei de reparar que seus olhos estavam se enchendo de lágrimas.
Deixei o novo namorado dela consolá-la, já que eu não tinha mais esse nome.
* * *
Eu já estava tonto do quanto de bebidas que os caras me fizeram experimentar. Eu já via as coisas um pouco tremidas.
Só deu tempo de ver Melissa me socorrendo, não sei porque. E então eu desmaiei.
domingo, 29 de junho de 2014
Capítulo 17
Desde que terminei com o Matheus eu estava com uma dor inexplicável! Eu não me lembrava como é viver sem ele! E acho que nem queria lembrar...
Na verdade eu não havia terminado com ele por que eu estava triste dele não ter me dado atenção! Eu terminei com ele por medo! Medo de atrapalhar e ele ser reprovado por minha culpa! Medo dele não querer mais um amor adolescente.
As palavras que ele me disse me surpreenderam! Eu não consegui parar de chorar desde então.
Fui para casa mais cedo, eu não é estava bem. Cheguei em casa e me tranquei no quarto, eu só queria chorar e... chorar...
Quando minha mãe chegou em casa foi direto para meu quarto. Ela entrou e me abraçou "Querida, o que aconteceu?" ela disse realmente preocupada eu então disse "Eu terminei com ele mamãe! Eu sou uma idiota! Uma medrosa! " ela me pós em seu colo e disse "Me conte tudo querida!".
Ela alisava meu cabelo tendo me acalmar, depois que contei todos os medo que sentia ela apenas disse "Você devia falar para ele." Eu sabia que devia falar mas estava com medo! Eu o amo tanto... eu entreguei-me a ele! Existe prova maior? Não sei...
Eu então descide que iria contar o motivo ao qual eu terminei! Que eu estava com medo! Que eu nunca senti nada parecido e eu tive medo dele achar que não podia mais ter um amor adolescente.
No dia seguinte, cheguei ao colégio cedo. Logo avistei a Luiza que me olhava como uma coitada então perguntei "O que foi?" Ela pareceu surpresa e disse "Você não ficou sabendo? " eu não estava entendendo então apenas disse "Nop. (Não)" ela então disse "A Karina dormiu na casa do Matheus! Parece que eles voltaram. " eu fiquei séria, eu estava completamente sem chão. Ele me trocou tão rápido.
No recreio foi como se eu tivesse levado uma facada! Ver eles juntos estava me fazendo muito mal.
O resto do dia não foi diferente. Porém de noite eu olhei o meu FriendBook e lá estava a minha solução o Filipe Vargas. O gatinho que pediu meu FriendBook me pediu em amizade e eu aceitei.
Eu estava muito mais animada, logo que aceitei apareceu:
Filipe está online
Filipe- Ea Melissa.
Melissa- Só assim pra eu descobrir seu nome?
Filipe- Pois é.
Melissa - Hahaha
Filipe- Tudo bem?
Melissa- Não... terminei com meu namorado.
Filipe- Quer que eu te console?
Melissa - Ah okay.
Filipe- É sério! De que colégio você é?
Melissa - Não posso dizer meu colégio para estranhos!
Filipe- Ah ta!
Melissa - E se você for um bandido?
Filipe- Sempre vai ter esse risco.
Melissa - Hum... okay me convenceu te mando por mensagem qual teu número?
Filipe- 99119829 manda pelo wpp.
Melissa- Okay
Filipe- Okay
Melissa - Sem imitar a culpa é das estrelas por favor!
Filipe - Okay
Melissa- Tchau!
Melissa está off-line
Aquela conversa havia servido para me animar um pouco ele era realmente legal.
No dia seguinte a Lu disse que todos iam ao karaoke de noite e que era para eu ir, eu seria obrigada a ir! Mas o que mais me surpreendeu foi que o Filipe foi me buscar no colégio! E confesso gostei muito, afinal o Mat não tirou o olho um só minuto!
O resto do dia foi muito legal, fomos patinar no parque! Descobri que não levo o mínimo jeito para patinar! E acabei o convidando para ir comigo no karaoke! Eu já sabia até que musica iria cantar Can't Blame a Girl For Trying. Eu estava viciada nessa música e nela tem coisas que eu gostaria de dizer ao Matheus.
E lá estava eu tentando tirar alguém da cabeça usando outra pessoa.
Na verdade eu não havia terminado com ele por que eu estava triste dele não ter me dado atenção! Eu terminei com ele por medo! Medo de atrapalhar e ele ser reprovado por minha culpa! Medo dele não querer mais um amor adolescente.
As palavras que ele me disse me surpreenderam! Eu não consegui parar de chorar desde então.
Fui para casa mais cedo, eu não é estava bem. Cheguei em casa e me tranquei no quarto, eu só queria chorar e... chorar...
Quando minha mãe chegou em casa foi direto para meu quarto. Ela entrou e me abraçou "Querida, o que aconteceu?" ela disse realmente preocupada eu então disse "Eu terminei com ele mamãe! Eu sou uma idiota! Uma medrosa! " ela me pós em seu colo e disse "Me conte tudo querida!".
Ela alisava meu cabelo tendo me acalmar, depois que contei todos os medo que sentia ela apenas disse "Você devia falar para ele." Eu sabia que devia falar mas estava com medo! Eu o amo tanto... eu entreguei-me a ele! Existe prova maior? Não sei...
Eu então descide que iria contar o motivo ao qual eu terminei! Que eu estava com medo! Que eu nunca senti nada parecido e eu tive medo dele achar que não podia mais ter um amor adolescente.
No dia seguinte, cheguei ao colégio cedo. Logo avistei a Luiza que me olhava como uma coitada então perguntei "O que foi?" Ela pareceu surpresa e disse "Você não ficou sabendo? " eu não estava entendendo então apenas disse "Nop. (Não)" ela então disse "A Karina dormiu na casa do Matheus! Parece que eles voltaram. " eu fiquei séria, eu estava completamente sem chão. Ele me trocou tão rápido.
No recreio foi como se eu tivesse levado uma facada! Ver eles juntos estava me fazendo muito mal.
O resto do dia não foi diferente. Porém de noite eu olhei o meu FriendBook e lá estava a minha solução o Filipe Vargas. O gatinho que pediu meu FriendBook me pediu em amizade e eu aceitei.
Eu estava muito mais animada, logo que aceitei apareceu:
Filipe está online
Filipe- Ea Melissa.
Melissa- Só assim pra eu descobrir seu nome?
Filipe- Pois é.
Melissa - Hahaha
Filipe- Tudo bem?
Melissa- Não... terminei com meu namorado.
Filipe- Quer que eu te console?
Melissa - Ah okay.
Filipe- É sério! De que colégio você é?
Melissa - Não posso dizer meu colégio para estranhos!
Filipe- Ah ta!
Melissa - E se você for um bandido?
Filipe- Sempre vai ter esse risco.
Melissa - Hum... okay me convenceu te mando por mensagem qual teu número?
Filipe- 99119829 manda pelo wpp.
Melissa- Okay
Filipe- Okay
Melissa - Sem imitar a culpa é das estrelas por favor!
Filipe - Okay
Melissa- Tchau!
Melissa está off-line
Aquela conversa havia servido para me animar um pouco ele era realmente legal.
No dia seguinte a Lu disse que todos iam ao karaoke de noite e que era para eu ir, eu seria obrigada a ir! Mas o que mais me surpreendeu foi que o Filipe foi me buscar no colégio! E confesso gostei muito, afinal o Mat não tirou o olho um só minuto!
O resto do dia foi muito legal, fomos patinar no parque! Descobri que não levo o mínimo jeito para patinar! E acabei o convidando para ir comigo no karaoke! Eu já sabia até que musica iria cantar Can't Blame a Girl For Trying. Eu estava viciada nessa música e nela tem coisas que eu gostaria de dizer ao Matheus.
E lá estava eu tentando tirar alguém da cabeça usando outra pessoa.
Capítulo Dezesseis
Acordei exausto. Olhei para o relógio despertador e eram 7:00. Me levantei rapidamente, pois eu já estava atrasado.
Hoje era o aniversário de 5 meses que eu estava namorando com a Melissa, e eu iria dar de presente o CD "The Black Parade" (My Chemical Romance) para ela no intervalo. Eu tinha que dar um jeito, mesmo que custasse ainda mais horas de estudo.
Quando sentei ao seu lado no intervalo, tentei beijá-la, mas ela virou o rosto.
- O que foi? - Olhei- a nos olhos, assustado.
- Acho melhor terminar, sabe... tenho meus motivos.
Eu não estava acreditando. Fiquei sem chão naquele momento.
- O que?! - Comecei a gritar por instinto. - Você sabe o quanto eu amo você?! Desculpa por não ser perfeito, por ter que estudar... infelizmente a vida não é um conto de fadas, Melissa! Não sou um príncipe encantado e nunca vou ser! O que acha disso? Claro, acha ruim, já que quer ser mimada de qualquer forma, quer todos os holofotes para você...
Ela já estava chorando, e percebi que eu havia a magoado, mas não me importei e deixei-a sozinha.
* * *
Quando a aula acabou, eu só queria me trancar no meu quarto e jogar algum jogo que me livrasse do pensamento da Melissa terminando comigo.
Infelizmente, eu tinha que estudar. Hoje estudei muito pouco, apenas 4 horas, para ficar na minha depressão dentro do meu quarto.
Então meu celular começou a tocar a sinfonia do "Lithium", de Nirvana. Fui atender, desanimado.
- Alô?
- Cara, vem para cá! Está rolando maior night no Rio Vermelho! A balada está bombando! - A voz do Jorge invadiu o quarto.
- Foi mal cara, mas eu quero ficar em casa hoje. Valeu. - Desliguei. Eu estava sem paciência para dar explicações.
Peguei o notebook e comecei a jogar League of Legends, até que alguém bateu de leve na porta.
- Entre. - Já imaginava que era minha mãe querendo me encher de novo.
Quem entrou me surpreendeu. Era Karina, com o cabelo loiro preso em uma trança e um vestido florido. Ela se sentou ao meu lado, ambos apertados entre a cama e o armário.
- Está tudo bem? - Ela perguntou, parecendo realmente preocupada. - Soube da Melissa.
Fechei o notebook e olhei para ela.
- Não, não está nada bem. - Respondi.
- Saiba que eu estou aqui se você precisar...
A encarei, ainda mais sério. Eu estava me decidindo entre fazer ou não. Por fim, me decidi e a beijei.
Ela retribuiu o beijo com certa urgência, e quando dei em mim já estávamos os dois deitados na cama.
Não julgue como vingança da Melissa, apenas veja como "ficar para esquecer". E eu realmente fiquei com a Karina naquela noite...
Hoje era o aniversário de 5 meses que eu estava namorando com a Melissa, e eu iria dar de presente o CD "The Black Parade" (My Chemical Romance) para ela no intervalo. Eu tinha que dar um jeito, mesmo que custasse ainda mais horas de estudo.
Quando sentei ao seu lado no intervalo, tentei beijá-la, mas ela virou o rosto.
- O que foi? - Olhei- a nos olhos, assustado.
- Acho melhor terminar, sabe... tenho meus motivos.
Eu não estava acreditando. Fiquei sem chão naquele momento.
- O que?! - Comecei a gritar por instinto. - Você sabe o quanto eu amo você?! Desculpa por não ser perfeito, por ter que estudar... infelizmente a vida não é um conto de fadas, Melissa! Não sou um príncipe encantado e nunca vou ser! O que acha disso? Claro, acha ruim, já que quer ser mimada de qualquer forma, quer todos os holofotes para você...
Ela já estava chorando, e percebi que eu havia a magoado, mas não me importei e deixei-a sozinha.
* * *
Quando a aula acabou, eu só queria me trancar no meu quarto e jogar algum jogo que me livrasse do pensamento da Melissa terminando comigo.
Infelizmente, eu tinha que estudar. Hoje estudei muito pouco, apenas 4 horas, para ficar na minha depressão dentro do meu quarto.
Então meu celular começou a tocar a sinfonia do "Lithium", de Nirvana. Fui atender, desanimado.
- Alô?
- Cara, vem para cá! Está rolando maior night no Rio Vermelho! A balada está bombando! - A voz do Jorge invadiu o quarto.
- Foi mal cara, mas eu quero ficar em casa hoje. Valeu. - Desliguei. Eu estava sem paciência para dar explicações.
Peguei o notebook e comecei a jogar League of Legends, até que alguém bateu de leve na porta.
- Entre. - Já imaginava que era minha mãe querendo me encher de novo.
Quem entrou me surpreendeu. Era Karina, com o cabelo loiro preso em uma trança e um vestido florido. Ela se sentou ao meu lado, ambos apertados entre a cama e o armário.
- Está tudo bem? - Ela perguntou, parecendo realmente preocupada. - Soube da Melissa.
Fechei o notebook e olhei para ela.
- Não, não está nada bem. - Respondi.
- Saiba que eu estou aqui se você precisar...
A encarei, ainda mais sério. Eu estava me decidindo entre fazer ou não. Por fim, me decidi e a beijei.
Ela retribuiu o beijo com certa urgência, e quando dei em mim já estávamos os dois deitados na cama.
Não julgue como vingança da Melissa, apenas veja como "ficar para esquecer". E eu realmente fiquei com a Karina naquela noite...
Capitulo 15
No dia seguinte, acordei e me lembrei do que tinha acontecido ontem. Eu não poderia estar mais feliz!
Olhei para o lado e vi que o Mat não estava mais lá. Levantei - me e vesti minha roupa. Eu realmente estava nervosa... Não sabia o que dizer pra ele.
Fui então em direção a sala com a esperança de encontra-lo . Quando cheguei notei que a mesa estava magnífica! Tinha todas as coisas que eu gostava de comer no café da manhã!
De repente senti duas mãos segurando minha cintura, obviamente era do Mat! Me virei e ele me beijou.
Desse beijo vieram mais e mais beijos. Logo ele sussurrou no meu ouvido "Você se arrependeu de alguma coisa?" Eu ri e disse "Como eu iria me arrepender da melhor noite da minha vida?".
Aquela noite realmente havia sido a melhor de todas! Nunca havia sentido nada parecido. Eu realmente estava muito feliz.
Os dias continuaram passando e estava muito difícil ver o Mat. Eu me fazia forte em sua frente, tentava entender que ele tinha de estudar muito. Mas eu ja sentia falta de estar com ele. Ele havia saído de todos os esportes que faziamos juntos. Era praticamente impossível vê-lo no recreio. E ele usava os finais de semana para estudar. Porém o que mais me incomodava era pensar que seria pior quando ele entrasse na faculdade e que talvez ele não quisesse mais um 'namoro adolescente'.
Um mês depois do nosso último encontro eu realmente não sabia mais o que fazer! Nós nos falávamos raramente pelo FriendBook e as ligações não eram mais demoradas como antes.
Me levantei como sempre e fui ao shopping dar uma volta, queria comprar um cd novo. E como eu iria no shopping barra levei o Lip.
O shopping estava vazio. Quem iria nove horas da manhã para o shopping em pleno sábado? Acho que só eu! Ah e algumas velinhas.
Fui e a loja e como sempre derrubei um prateleira de cdcs, eu realmente era e sou muito desastrada.
Logo percebi que um menino se abaixou e me ajudou a catar os cds.Ele era com certeza lindo. Seus cabelos eram claros, ele era alto e tinha um corpo bem atraente.
-Obrigada! - eu agradeci ele sorriu e disse -Nada. Você é sempre desastrada assim?- eu apenas assenti ele então me perguntou -Você tem FriendBook? - eu fiquei surpresa e disse -Sim. Melissa C. Fontes - ele então falou - Vou te adicionar! Tenho que ir...prazer te conhecer Mel. - e ele saiu.
Eu realmente já estava cansada de não ter importância para o Mat... Talvez a gente devesse terminar... e conhecer pessoas novas. Não porque eu queria ficar com outros caras! E sim porque eu estava triste com o Mat... sei que ele não tem culpa. Mas estamos vivendo momentos muito diferentes.
O certo a fazer seria terminar...
Olhei para o lado e vi que o Mat não estava mais lá. Levantei - me e vesti minha roupa. Eu realmente estava nervosa... Não sabia o que dizer pra ele.
Fui então em direção a sala com a esperança de encontra-lo . Quando cheguei notei que a mesa estava magnífica! Tinha todas as coisas que eu gostava de comer no café da manhã!
De repente senti duas mãos segurando minha cintura, obviamente era do Mat! Me virei e ele me beijou.
Desse beijo vieram mais e mais beijos. Logo ele sussurrou no meu ouvido "Você se arrependeu de alguma coisa?" Eu ri e disse "Como eu iria me arrepender da melhor noite da minha vida?".
Aquela noite realmente havia sido a melhor de todas! Nunca havia sentido nada parecido. Eu realmente estava muito feliz.
Os dias continuaram passando e estava muito difícil ver o Mat. Eu me fazia forte em sua frente, tentava entender que ele tinha de estudar muito. Mas eu ja sentia falta de estar com ele. Ele havia saído de todos os esportes que faziamos juntos. Era praticamente impossível vê-lo no recreio. E ele usava os finais de semana para estudar. Porém o que mais me incomodava era pensar que seria pior quando ele entrasse na faculdade e que talvez ele não quisesse mais um 'namoro adolescente'.
Um mês depois do nosso último encontro eu realmente não sabia mais o que fazer! Nós nos falávamos raramente pelo FriendBook e as ligações não eram mais demoradas como antes.
Me levantei como sempre e fui ao shopping dar uma volta, queria comprar um cd novo. E como eu iria no shopping barra levei o Lip.
O shopping estava vazio. Quem iria nove horas da manhã para o shopping em pleno sábado? Acho que só eu! Ah e algumas velinhas.
Fui e a loja e como sempre derrubei um prateleira de cdcs, eu realmente era e sou muito desastrada.
Logo percebi que um menino se abaixou e me ajudou a catar os cds.Ele era com certeza lindo. Seus cabelos eram claros, ele era alto e tinha um corpo bem atraente.
-Obrigada! - eu agradeci ele sorriu e disse -Nada. Você é sempre desastrada assim?- eu apenas assenti ele então me perguntou -Você tem FriendBook? - eu fiquei surpresa e disse -Sim. Melissa C. Fontes - ele então falou - Vou te adicionar! Tenho que ir...prazer te conhecer Mel. - e ele saiu.
Eu realmente já estava cansada de não ter importância para o Mat... Talvez a gente devesse terminar... e conhecer pessoas novas. Não porque eu queria ficar com outros caras! E sim porque eu estava triste com o Mat... sei que ele não tem culpa. Mas estamos vivendo momentos muito diferentes.
O certo a fazer seria terminar...
Capítulo Catorze - Especial
O tempo foi passando rápido, e eu e Melissa não nos desgrudávamos mais. Ela se matriculou em todos os esportes que eu fazia nos mesmos dias que eu, apenas para sairmos juntos depois.
Ás vezes ela ia para minha casa e eu a ensinava a jogar alguns jogos ou ficávamos ouvindo CDs. Às vezes passeávamos com nossos animais. Às vezes íamos à praia (que se tornou nosso lugar especial).
Quando eu fui reparar, faltavam quatro meses para eu me formar e minha agenda nunca fora tão apertada. Além de ter que estudar feito louco, ainda tinha que agendar tempo para ficar com a Melissa. Quando falei do aperto que minha agenda se situava, ela até que entendeu, mas me senti o pior namorado do mundo por não estar mais tanto com ela quanto eu estava antes.
O pior inimigo do nosso namoro não era mais a Karina, ou qualquer outra pessoa. Era o tempo.
Ao mesmo tempo que eu estava prestes a me formar, ela ainda estava entrando no segundo ano. Não sabia até quando iria ter tempo para um namoro adolescente... Então resolvi apostar todas as fichas. Eu iria aproveitar o máximo cada momento que eu ficava com a Melissa. Iria mostrá-la o quanto a amo. Iria fazer dela a menina mais feliz do mundo.
Um dia, recebi o convite de uma viagem para Porto Seguro no fim de semana por Marcos. Ele disse que ficariam em uma casa de praia, e poucas pessoas iriam. E que era para eu não convidar ninguém. Logo recusei, com a ideia na mente que eu vou ficar com a Melissa o fim de semana inteiro, e fazia questão disso. Ele disse que eu andava muito grudado nessa garota, mas não liguei.
No fim de semana, convidei-a para comprar CDs no shopping. Comprei 3 para ouvir com ela em minha casa, o que fizemos logo depois.
Enquanto estava tocando "Fake plastic trees" de Radiohead, ela disse:
- Só quero deixar claro que eu fui informada da viagem. E que não gostei nada dessa história.
Olhei-a, surpreso.
- Por que não foi? - Ela me encarou com uma expressão magoada. - Você tem todo o tempo do mundo para ficar comigo. Agora eu me sinto culpada.
- Porque eu te amo. - Respondi, e coloquei uma mecha do seu cabelo atrás de sua orelha. - Isso já é motivo o suficiente.
- Eu entendo isso, mas eu queria que você se divertisse também.
- Minha maior diversão é estar com você, Melissa. - Beijei seu pescoço.
Então, começou a tocar "Creep" de Radiohead, e cantarolei baixinho em seu ouvido. Ela me beijou, e quando fui reparar estávamos deitados no chão. De um beijo vieram outros, e eu não queria que aquilo acabasse nunca.
- Matheus... - Ela sussurrou.
- Diga.
- Eu te amo.
- Eu também te amo.
- Pode fazer o que quiser comigo. - Ela falou, vermelha.
Sorri e apaguei a luz.
Ás vezes ela ia para minha casa e eu a ensinava a jogar alguns jogos ou ficávamos ouvindo CDs. Às vezes passeávamos com nossos animais. Às vezes íamos à praia (que se tornou nosso lugar especial).
Quando eu fui reparar, faltavam quatro meses para eu me formar e minha agenda nunca fora tão apertada. Além de ter que estudar feito louco, ainda tinha que agendar tempo para ficar com a Melissa. Quando falei do aperto que minha agenda se situava, ela até que entendeu, mas me senti o pior namorado do mundo por não estar mais tanto com ela quanto eu estava antes.
O pior inimigo do nosso namoro não era mais a Karina, ou qualquer outra pessoa. Era o tempo.
Ao mesmo tempo que eu estava prestes a me formar, ela ainda estava entrando no segundo ano. Não sabia até quando iria ter tempo para um namoro adolescente... Então resolvi apostar todas as fichas. Eu iria aproveitar o máximo cada momento que eu ficava com a Melissa. Iria mostrá-la o quanto a amo. Iria fazer dela a menina mais feliz do mundo.
Um dia, recebi o convite de uma viagem para Porto Seguro no fim de semana por Marcos. Ele disse que ficariam em uma casa de praia, e poucas pessoas iriam. E que era para eu não convidar ninguém. Logo recusei, com a ideia na mente que eu vou ficar com a Melissa o fim de semana inteiro, e fazia questão disso. Ele disse que eu andava muito grudado nessa garota, mas não liguei.
No fim de semana, convidei-a para comprar CDs no shopping. Comprei 3 para ouvir com ela em minha casa, o que fizemos logo depois.
Enquanto estava tocando "Fake plastic trees" de Radiohead, ela disse:
- Só quero deixar claro que eu fui informada da viagem. E que não gostei nada dessa história.
Olhei-a, surpreso.
- Por que não foi? - Ela me encarou com uma expressão magoada. - Você tem todo o tempo do mundo para ficar comigo. Agora eu me sinto culpada.
- Porque eu te amo. - Respondi, e coloquei uma mecha do seu cabelo atrás de sua orelha. - Isso já é motivo o suficiente.
- Eu entendo isso, mas eu queria que você se divertisse também.
- Minha maior diversão é estar com você, Melissa. - Beijei seu pescoço.
Então, começou a tocar "Creep" de Radiohead, e cantarolei baixinho em seu ouvido. Ela me beijou, e quando fui reparar estávamos deitados no chão. De um beijo vieram outros, e eu não queria que aquilo acabasse nunca.
- Matheus... - Ela sussurrou.
- Diga.
- Eu te amo.
- Eu também te amo.
- Pode fazer o que quiser comigo. - Ela falou, vermelha.
Sorri e apaguei a luz.
Capitulo 13
Depois que eu disse "Eu te amo" ele ficou imóvel, eu logo o soltei e olhei fundo nos seus olhos. Ele continuava imóvel e inexpressivo, e eu senti meus olhos encherem de lagrimas. Eu entendi perfeitamente o que ele queria dizer com aquele silêncio. Eu então disse na ironia " Desculpa! Tinha esquecido que você é galinha, pegador... Ou seja um tremendo idiota!" e continuei, hesitante: "Sera que seu pai teria orgulho?"
Ele não deixou que eu continuasse falando, me deu um belo tapa na cara quando falei de seu pai. Ouvi a Karina falando "Isso ai Mat!"
O tapa não havia machucado só o meu rosto e também meu coração.
A Luiza apenas empurrou o grosso e disse pra ele sair da festa. Ele foi saindo e eu gritei "O grosso voltou?!" Ele olhou rápido com raiva e continuou saindo. Percebi que a Karina foi atrás e então eu não podia fazer nada.
Quando a festa acabou eu iria dormir na casa da Lu mas como todo mundo só iria acordar umas 11 hrs no minimo, fiz um bilhete dizendo que tive que ir embora pois era um combinado com a minha mãe.
Quando todos dormiram eu fui embora. Eu estava sem cabeça até mesmo para dormir.
Então eu fui para o único lugar no mundo que me transfere calma a praia. Já era cinco da manhã, então eu veria o amanhecer.
Quando cheguei, tirei meu salto e andei descalça pela areia. Eu me sentia tão livre quando andava pela areia e ouvia o mar. Eu me lembrava da minha avó, ela dizia que o mar levava as piores lembranças e trazia as mais bonitas. Quando ela morreu eu sofri muito, eu vinha muito a praia com ela, por isso sinto tanta paz quando estou na praia. É como se ela estivesse comigo... é como o pai do Mat!
Pensar no pai do Mat me lembra o que eu disse a ele antes de receber um tapa... eu queria vê-lo. Pedir desculpas, mesmo que ele não aceitasse...
Deitei-me na areia, fechei os olhos e imaginei algumas lembranças boas como quando a minha avó me trazia a praia, quando o Jonny o cachorro da minha avó lambia minha cara inteira... o meu primeiro encontro com o Mat passou vagamente nos meus pensamentos mas eu não queria lembrar, só de pensar que ele me bateu eu... eu não sei nem o que pensar. Ele voltou a ser o grosso!
Abri meus olhos e vi que o sol já estava nascendo, eu respirei fundo e sentei para ver aquele fenômeno. Senti que estava sendo observada então olhei ligeiramente para o lado e era ele! O único que fazia meu coração palpitar! O único que quando me beijava me fazia flutuar! O único que eu queria pra minha vida!
Levantei- me e fui em sua direção. Ficamos frente a frente eu disse "Parece que somos mais parecidos do que eu imaginava. "
Ele segurou meu rosto e encostou nossos narizes e depois nossos lábios e disse "Eu...também te amo!" Eu já estava toda arrepiada e ele continuou "Desculpa por tudo" nossos lábios ainda estavam encostados, eu apenas fechei meus olhos e deixei que ele fizesse o que quisesse comigo.
Eu queria ficar assim para sempre.
sábado, 28 de junho de 2014
Capitulo Doze
De apenas um beijo vieram
vários outros, e nem reparei que a platéia estava gritando para outra musica.
- Agora você. - Ela sorriu
para mim e me empurrou para o palco.
Eu mal sabia tocar violão,
apenas cifras simplificadas, e cantar não era meu lema. Tentei sair do palco,
mas ela me empurrou de novo. Que saco.
Peguei o violão e comecei
a tocar baixinho ‘Let me get what I want’, de Smiths. Ótima musica para cantar
para Melissa, expressava tudo o que eu sentia.
Good
times, for a change
See, the luck I've had
Can make a good man
Turn bad
So please please please
Let me, let me, let me
Let me get what I want
This time
See, the luck I've had
Can make a good man
Turn bad
So please please please
Let me, let me, let me
Let me get what I want
This time
Haven't
had a dream in a long time
See, the life I've had
Can make a good man
Turn bad
So for once in my life
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time
Lord knows, it would be the first time
See, the life I've had
Can make a good man
Turn bad
So for once in my life
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time
Lord knows, it would be the first time
Quando desci do palco e fui em direção a Melissa, Karina me parou.
- Eu não sabia que você cantava e tocava tão bem! Quem sabe eu preciso
mesmo conhecer mais coisas sobre você... - Ela se aproximou e me roubou um
beijo.
Empurrei-a e olhei para Melissa. Ela estava olhando a Karina com um
olhar de ódio, e depois me olhou como quem quer que eu faça alguma coisa.
- Você endoidou, Karina?! - Eu gritei com ela. - Eu já disse: tudo
acabou entre nós!
- O que foi? Agora vai dizer que prefere um beijo de um coelho assustado
como a Melissa do que o meu beijo? Francamente...
- Me chamou do que? - Melissa entrou na conversa com um copo de
coca-cola na mão.
- Nada. - Karina disse, calmamente.
- Quem sabe com uma chacoalhada na sua cabeça você lembre. - E Melissa
jogou o copo inteiro de coca-cola no cabelo da Karina, que gritou e saiu
puxando o cabelo da Melissa.
- Piranha! - Karina endoidou, e estava vermelha de raiva. Ela empurrava
Melissa furiosamente. - Você brincou com a menina ERRADA!
Melissa não ficou parada e começou a atacar Karina também. Sua testa
estava arranhada pela unha da Karina.
Logo,
Luiza entrou no meio da briga e puxou Melissa, me olhando fixamente. Puxei
Karina para longe.
Quando
finalmente me livrei dos choros de Karina, fui em direção a Melissa, que estava
chorando e bebendo um copo d’água. A abracei.
- Sei
que pareço o ‘garoto problema’, que sou explosivo e egoísta, que vivo te
colocando em situações desagradáveis... - Sussurrei no ouvido dela. - Mas eu...
gosto muito de você. E se não quiser mais ficar comigo, eu te entendo.
Ela me
olhou como se eu fosse louco.
- Quem
no mundo rejeitaria você com essa sua carinha de ‘gato de botas’? - Falou,
sorrindo.
Sorri
e a beijei.
- Eu te
amo. - Me abraçou.
Fiquei
imóvel. De repente, senti meu rosto queimar. Ela parecia esperar uma coisa de
mim, e eu sabia o que era, mas algo em mim me impediu de falar.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Capitulo 11
Os dias foram se passando... eu realmente estava chateada
com o Matheus! Ele podia ter falado algo... tentado me proteger... mas ele
ficou calado!
Estava bem próximo do aniversario da Lu, infelizmente eu
tinha quase certeza que ele iria! E tinha certeza também que a Karina iria,
pois a Lu chamou o colégio inteiro!
No dia do aniversario da
Lu minha mãe estava toda empolgada, já eu? Bem... não podia dizer o mesmo!
Eu estava deitada na minha cama assistindo “Frozen” quando
minha mãe entrou no quarto praticamente festejando e ao perceber como eu estava
disse “ Não está animada com a festa da Lu?” eu não sabia o que dizer, eu realmente
não estava animada! Como fiquei calada ela continuou “ Querida... o que esta
acontecendo com você Mel? Desde que você saiu com aquele garoto você está
assim. Ele te fez algo?” eu apenas balancei a cabeça de um lado por outro e
minha mãe disse “Filhota, pode me contar tudo!” então eu contei... eu confio muito na minha mãe!
Minha mãe ficou horrorizada e disse “A minha filha, você é
idiota? Era para você ter pegado a casquinha da sua cabeça e esmagado ainda
mais no cabelo dessa mocreia! Agora você tem que ir com essa festa e revidar
tudo! E filha... o garoto não tem culpa. O que você queria que ele fizesse?
Desse um tapa na cara da garota? Quem deveria ter feito isso era você!” eu
sabia que minha mãe estava certa... eu só estava com medo! Ela então continuou “ Você tem que fica linda! Perfeita! E ai quando ela vier falar com você,
você apenas joga um copo de coca cola no cabelo dessa folgada!” nós duas rimos
e foi exatamente o que eu fiz, deixei minha mãe me arrumar! Kkkkkkk ok...
talvez teria sido uma péssima ideia se minha mãe fosse feia! Mas ela é sempre
linda e a mais arrumada das amigas.
No final posso dizer que eu estava perfeita! Eu estava com
um rabo de cavalo bem alto, uma calça de
coro bem colada (preta), e uma blusa solta curta azul brilhante, além do salto
preto lindo. A maquiagem estava linda e o brinco estava super destacado por
conta do cabelo preso. Eu estava perfeita! Minha
mãe disse para eu me atrasar bastante, e deixou que eu dormisse na casa da
Lu.
Quando eu cheguei vi que já estava lotado o lugar, logo que
encontrei a Lu dei meu presente e ela me puxou e mas pro canto e disse: “Mel,
você me disse que sabia tocar violão e cantar né?” eu apenas assenti com a
cabeça, ela então continuou “ Você pode tocar uma musica? É que a banda vai
chegar daqui a pouco mas eu preciso de alguém para abrir! Você pode?” eu fiquei
muito nervosa e perguntei “Tem caixa de som ligada ao computador para eu botar
os som?” ela sorriu e disse “ Sim!!! Daqui a cinco minutos apareça lá!” eu
apenas assenti com a cabeça e ela saiu quase saltitando, eu estava extremamente
nervosa. Eu tocaria ‘Try- Pink’ a cantora predileta da Lu.
Eu estava indo em direção ao palco e senti uma mão me
segurando, me virei e era o Matheus e ele disse “Precisamos conversar!” eu
apenas disse “Ok!” e então vi que a Lu já estava em cima do palco e falava “
Pessoal, agora minha linda amiga vai cantar uma musica pra a gente! Sobe aqui
Mel!” eu apenas me virei novamente para o Matheus e disse “Espera um minuto!” eu subi no
palco e percebi que a musica começou a tocar, então comecei a canta:
Ever wonder 'bout what he's doin'
How it all turned to lies
Sometimes I think that it's better
To never ask why
Where there is desire there is gonna be a flame
Where there is a flame someone's bound to get
burned
But just because it burns doesn't mean you're
gonna die
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
Funny how the heart can be deceiving
More than just a couple times
Why do we fall in love so easy
Even when it's not right
Where there is desire there is gonna be a flame
Where there is a flame someone's bound to get
burned
But just because it burns doesn't mean you're
gonna die
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
Ever worry that it might be ruined
Does it make you wanna cry
When you're out there doin' what you're doin'
Are you just getting by
Tell me are you just getting by, by, by
Where there is desire there is gonna be a flame
Where there is a flame someone's bound to get
burned
But just because it burns doesn't mean you're
gonna die
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
»«
You gotta get up and try, and try, and try
Quando acabei todos me aplaudiram. Eu tinha conseguido me
apresentar em publico! Depois rapidamente desci do palco e tasquei um beijão do
Matheus, que estava bem na frente.
Capitulo Dez
Depois do acontecimento
com Karina, claro que fiquei muito bravo. Karina foi ridícula, mas o que eu
faria? Daria um tapa no rosto dela? Eu não poderia fazer isso. A Melissa tinha
que entender...
Depois que Melissa saiu
correndo como uma menininha assustada, Karina sorriu maliciosamente para mim.
- Sua princesinha parece
um coelho assustado. - Ela riu, mas logo depois seu rosto ficou com uma expressão
triste. - Sério que você acha que ela é melhor que eu, Matheus?
Fiquei um tempo calado,
expressando profundamente todo o meu ódio no olhar.
- Acho.
Ela pareceu desconcertada
com minha resposta, mas logo sorriu.
- Então, boa sorte. - Os olhos
dela se encheram de lágrimas.
Assustei-me. Eu nunca
soube o que fazer quando uma garota chorava na minha frente... Acabei deixando
Karina lá, com seu grupinho. Tinha muitos meninos para consolá-la no local. Eu
ainda estava extremamente chateado.
* * *
Depois da minha breve
conversa com Melissa, eu fiquei realmente mal. O pior é que eu nem sabia por
quê. Eu me senti... Decepcionado comigo mesmo.
Melissa tinha razão. Eu
fui um idiota de ficar parado enquanto ela passava por humilhação... Eu cheguei
a me odiar por ter feito isso com ela.
Na segunda-feira, Melissa
nem olhava para a minha cara. Eu tentava falar com ela, mas ela sempre estava
ocupada e nunca abria caminho para eu falar qualquer coisa. Só ‘acho’ que isso
foi proposital.
A semana se passou e as
coisas continuavam assim. Eu fiquei cada vez com mais ódio, Melissa nem falava
comigo e Karina fazia de tudo para chamar minha atenção.
Até que eu recebi uma
novidade.
- Cara, sabe a menina alta
de cabelo liso e escuro do primeiro ano? A tal Luiza? - Marcos, meu melhor
amigo, chegou à minha cadeira para me encher.
- Han? Sim, o que tem ela?
- Ela vai dar uma festa de
aniversario no playground do prédio dela, e parece que vai bombar!
- Hum. - Voltei a desenhar
qualquer coisa no caderno. Nunca fui tão bom assim em desenhar, mas era só para
mostrar que eu não queria conversa.
- E sabe quem vai estar lá?
- Hum. - Tentei me
concentrar no meu rabisco.
- A sua Melissa! Seria uma
ótima chance de vocês dois voltarem a se falar, hein?
Tirei os olhos do desenho.
Foi como se ele tivesse falado a palavra mágica.
- Okay, eu vou.
Vi que ele sorriu
maliciosamente. Percebi que eu fiquei vermelho.
Mas eu mal podia esperar.
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Capitulo 9
O dia na praia terminou em um completo desastre! Tudo bem, eu gosto dele e ele gosta de mim. Essa parte acho que todos entendemos! Mas o que eu não esperava é que a ex namorada dele fosse tão barraqueira!
Depois do nosso momento romântico no mar a gente continuou se beijando, e confesso parecia um filme romântico.Mas na maioria dos filmes românticos tem alguém ou algo que estraga tudo.
Resolvemos dar uma volta na praia. Eu estava com meu vestido totalmente colado no corpo e eu percebi que ele não conseguia parar de olhar.
"Para de olhar!" eu disse o empurrando de leve ele então disse "Se eu conseguisse..." eu percebi que fiquei meio vermelha e ele continuou " Não precisa ficar com vergonha !" Eu apenas ri e começamos a apostar corrida.
Começou a escurecer e estava tudo indo as mil maravilhas. Haviamos comprado sorvetes na casquinha, os beijos continuavam perfeitos e eu não podia estar mais feliz. Até que vimos um grupo de pessoas ao qual eu só identificava a Karina, que estava com um biquíni minúsculo. Ela veio a nossa direção e disse "Por isso que você me largou Matheus?" eu olhei para o Matheus que estava desorientado e ela continuou " Melane né? Ai tanto faz! Como está se sentindo como o novo objeto do Matheus?" Eu apenas a olhei sem entender, o Matheus parecia bem tenso e ela continuou " Matheus você é bem rápido né? É sério que você me largou por essa ai? Pensei que você tinha bom gosto." Meus olhos estavam enchendo de lagrimas, e pra piorar ela puxou a casquinha da minha mão e disse "Sabe, não gostei do tom do seu cabelo! Quem sabe podemos melhorar? " ela então quebrou a casquinha na minha cabeça.
Eu olhei para o Matheus que continuava calado ainda processado e então cairam lagrimas dos meus olhos. Olhei em volta e percebi que muitas pessoas estavam rindo de mim. Eu então sai correndo sem dizer uma palavra.
Logo virou noite e eu continuava a andar pela praia que já estava praticamente vazia. Via que o Matheus me ligava a cada segundo e eu não tinha coragem de atender. Eu realmente estava achando que ele gostava de mim... mas acho que a Karina estava certa, acho que todos pensavam o mesmo só não queriam me dizer. Eu era apenas o novo brinquedinho do Matheus!
Sabe como é se sentir uma tremenda idiota? Sabe como eu me sinto! O pior de tudo é que eu cheguei a acreditar que ele estava falando a verdade... e eu não podia estar mais enganada!
A Luiza já havia me alertado! E eu a BURRA não acreditei...
No dia seguinte eu dormi até tarde, eu havia chorado bastante na noite passada. De tarde eu fiquei deitada assistindo os melhores filmes para chorar como 'Um amor para recordar' ' A culpa é das estrelas' dentre outros... e então vi que o Matheus estava me ligando mais uma vez. Eu só queria que ele parasse de me ligar então atendi com a intenção de acabar com isso e disse:
-O que você quer?
- Me desculpa pela Karina.
- Por que não fez nada?! - Percebi que eu estava quase chorando novamente.
- Olha... Eu posso ter ficado calado, mas não 'e culpa minha... Existe uma rixa com a Karina que ningu'em pode fazer nada.
- Entao at'e que essa "rixa" não acabe, eu não quero ser nada sua. - E desliguei.
Logo comecei a chorar novamente.
Depois do nosso momento romântico no mar a gente continuou se beijando, e confesso parecia um filme romântico.Mas na maioria dos filmes românticos tem alguém ou algo que estraga tudo.
Resolvemos dar uma volta na praia. Eu estava com meu vestido totalmente colado no corpo e eu percebi que ele não conseguia parar de olhar.
"Para de olhar!" eu disse o empurrando de leve ele então disse "Se eu conseguisse..." eu percebi que fiquei meio vermelha e ele continuou " Não precisa ficar com vergonha !" Eu apenas ri e começamos a apostar corrida.
Começou a escurecer e estava tudo indo as mil maravilhas. Haviamos comprado sorvetes na casquinha, os beijos continuavam perfeitos e eu não podia estar mais feliz. Até que vimos um grupo de pessoas ao qual eu só identificava a Karina, que estava com um biquíni minúsculo. Ela veio a nossa direção e disse "Por isso que você me largou Matheus?" eu olhei para o Matheus que estava desorientado e ela continuou " Melane né? Ai tanto faz! Como está se sentindo como o novo objeto do Matheus?" Eu apenas a olhei sem entender, o Matheus parecia bem tenso e ela continuou " Matheus você é bem rápido né? É sério que você me largou por essa ai? Pensei que você tinha bom gosto." Meus olhos estavam enchendo de lagrimas, e pra piorar ela puxou a casquinha da minha mão e disse "Sabe, não gostei do tom do seu cabelo! Quem sabe podemos melhorar? " ela então quebrou a casquinha na minha cabeça.
Eu olhei para o Matheus que continuava calado ainda processado e então cairam lagrimas dos meus olhos. Olhei em volta e percebi que muitas pessoas estavam rindo de mim. Eu então sai correndo sem dizer uma palavra.
Logo virou noite e eu continuava a andar pela praia que já estava praticamente vazia. Via que o Matheus me ligava a cada segundo e eu não tinha coragem de atender. Eu realmente estava achando que ele gostava de mim... mas acho que a Karina estava certa, acho que todos pensavam o mesmo só não queriam me dizer. Eu era apenas o novo brinquedinho do Matheus!
Sabe como é se sentir uma tremenda idiota? Sabe como eu me sinto! O pior de tudo é que eu cheguei a acreditar que ele estava falando a verdade... e eu não podia estar mais enganada!
A Luiza já havia me alertado! E eu a BURRA não acreditei...
No dia seguinte eu dormi até tarde, eu havia chorado bastante na noite passada. De tarde eu fiquei deitada assistindo os melhores filmes para chorar como 'Um amor para recordar' ' A culpa é das estrelas' dentre outros... e então vi que o Matheus estava me ligando mais uma vez. Eu só queria que ele parasse de me ligar então atendi com a intenção de acabar com isso e disse:
-O que você quer?
- Me desculpa pela Karina.
- Por que não fez nada?! - Percebi que eu estava quase chorando novamente.
- Olha... Eu posso ter ficado calado, mas não 'e culpa minha... Existe uma rixa com a Karina que ningu'em pode fazer nada.
- Entao at'e que essa "rixa" não acabe, eu não quero ser nada sua. - E desliguei.
Logo comecei a chorar novamente.
Capitulo Oito
Os dias foram passando devagar. Eu mal saía da sala de aula no colégio,
só saía para ir para casa, onde eu ficava desde então. Parei de ir a festas,
pois me traumatizou um pouco desde a ultima...
Enfim, sábado. Eu sabia que não seria tão bom rever o oceano, mas era
um dos lugares mais bonitos e o único lugar ‘a altura dela.
Após ela me mandar o endereço e o numero direitinho, fui buscá-la às
16 em ponto. Ela estava com um vestido branco quase transparente (que caiu
muito bem em seu corpo, por sinal), que parecia uma saída de praia.
Como sua casa era perto do Farol da Barra, fomos a pé. Estávamos até
nos divertindo, conversando sobre como o Gerard Way merecia ficar com o Frank
Iero (participantes da banda My Chemical Romance). Ela gostava de muitas bandas
que eu gostava.
Quando chegamos, percebemos que a praia estava cheia, mas mesmo assim
conseguimos um lugar no meio de tanta gente.
- O dia está ótimo - Melissa se espreguiçou e tirou seu vestido. Não consegui
concentrar-me direito no que ela disse depois, olhando para suas curvas. - O
que foi?
- N-Nada - falei entre gaguejos. Tirei minha camisa, hesitando.
Depressa, resolvi cair no mar, antes que eu ficasse completamente louco.
Percebi que ela não se preocupou muito em sua aparência, e nem quis
tomar sol, como as outras meninas que eu conhecia. Ela não parecia se importar
com aquele biquíni, nem em tomar sol. Melissa era diferente, e eu gostava disso
nela.
Ela logo pulou na água comigo.
- Como você agüenta? Isso aqui está um gelo! Uau! - Ela reclamou, e eu
ri.
- Pensei que você não tinha essas frescuras. - Provoquei.
- E não tenho! Mas a culpa não é minha se o mar está quase me matando
de frio.
Pensei um tempo, e joguei água na cara dela.
- Babaca! - Ela jogou água em mim também.
Nadei para longe, e ela me seguiu, rindo. Decidi então.
- O ultimo a chegar ao barco verde e branco vai carregar o outro na
volta! - Gritei, nadando o mais rápido possível, mas ela logo me alcançou.
Ela chegou em primeiro. Não pensei que a desastrada poderia ser tão rápida
quando quisesse.
- Okay, você venceu a batalha, mas não venceu a guerra! - Falei. - O
que acha de dar uma subida rápida no barco? Ninguém está olhando... Topa?
Ela assentiu, com um sorriso um tanto perverso. Ri e me apoiei no
barco.
Logo que subi, percebi o cheiro de cerveja que tanto me enjoava. Como
Melissa teve problemas para subir, por ser baixinha e fraquinha demais, tive
que ajudar a praga. Mas, quando me apoiei para ajudá-la a subir, o barco virou
e nós dois caímos juntos.
- Você realmente não sabe fazer nada sozinha, não é, praga? - Ri,
enquanto a segurava fortemente pela cintura para ela não acabar se afogando. - Até
quando vou ser seu herói?
Ela riu.
- Não sei... Talvez até para sempre. - E ficou vermelha. - Do jeito
que sou...
Sorri, e olhei para a imensidão azul na minha frente.
- Eu não costumo vir para a praia, isso me traz umas lembranças ruins.
- Soltei.
- Lembranças? Sobre o que?
- Meu pai gostava de vir comigo nessa praia. Era muito bom.
- E ele...
- Morreu. Faz alguns anos.
- Ah... Desculpe-me...
- Pare de falar ‘Desculpe-me’ todas as vezes que falo algo. - Sorri, e
ela compreendeu a piada interna. - Idiota desastrada.
- Babaca grosso. - Ela riu.
A beijei.
- Eu... Eu gosto de você, Melissa. - Admiti, desviando o olhar.
Ela segurou meu rosto, me fazendo olhá-la. Mesmo estando sorrindo, ela
estava bem vermelhinha.
- Eu também gosto de você.
E eu a carreguei de volta a areia.
E eu a carreguei de volta a areia.
Capitulo 7
Quando eu pensava na noite anterior eu podia dizer varias
coisas, como por exemplo humilhação ( que tipo de pessoa cai na pista de
dança?). Mas teve uma parte ao qual eu gostei bastante... Não é que o grosso
beija bem!
No dia seguinte a festa eu estava muito nervosa, como que
cara eu iria vê-lo? Teria de ser com a minha, porque infelizmente eu não tenho
outra. Eu então apenas tentei ficar normal e parecer infeliz por ter ido a
festa! Como a Luiza dormiu na minha casa fomos ao colégio juntas! E foi no
transporte começou uma conversa ao qual me deixou com certas duvidas
“ Mel, o Matheus não é pra você! Olha, eu fiquei sabendo que
ele é um total galinha, e que ele não trata as namoradas como namoradas, ele
apenas quer objetos ao seu dispor!” a Lu disse bastante seria, eu então
responde “ Claro que eu não vou ter nada com ele! Foi apenas um beijo...muito
bom...” Ela me olhou com uma cara de tipo ‘Você pirou?’ e então ela disse “Olha,
O.K.! Ele deve beijar muito mesmo, e ele é muito bonitinho mesmo! Além de ser
super legal. Mas toma cuidado tá?” eu apenas assenti com a cabeça e entramos no
colégio, pois o transporte tinha acabado de nós deixar.
Durante a maior parte da aula eu fiquei pensando no Matheus
e no beijo, eu realmente não sabia com que cara iria vê-lo. Mas juro que eu não
entendi o motivo do qual ele havia me beijado, ele era tão mais grosso
comigo... por que tanta gentileza??? Eu realmente não fazia ideia!
No recreio, a Lu teve de ir falar com o professor de
geografia, por algum motivo que eu não sei. Então me sentei num banco para
espera-la , por enquanto que eu tomava um suco de morango (Minha fruta predileta).
Ao ver que o Matheus estava vindo em minha direção com um
sorriso no rosto me fez ficar extremamente nervosa. Ele apenas sentou-se ao meu
lado e disse “ Você...quer sair comigo?” eu olhei meio sem acreditar e disse “An?”
e então continuei “Você está brincando, né?” ele então balançou a cabeça de um
lado pro outro e disse “Não.” Nesse segundo eu fiquei sem palavras, eu tinha
minhas duvidas, porém o sinal me salvou! Me levantei e disse “Tenho que ir.” E eu
sai andando ele então disse “ Sim ou não?” Eu apenas me virei e disse “Talvez”
e dei um sorriso de leve.
Okay, eu estava totalmente surpreendida! Quando cheguei em
casa, peguei correndo meu notebook para ver as novidades e uma coisa totalmente
inesperada e li ‘Matheus quer te
adicionar aos amigos.’ Eu quase cai pra trás, como ele achou meu
friendbook? Será que eu adiciono? Acho melhor não fazer essas desfeita com ele
né... ou faço? Ai meu deus, olha onde você foi se meter Melissa!
Eu acabei aceitando e logo apareceu
Matheus
está online
Matheus-
Oi!
Melissa-
Oi...
Matheus-
Bem, como você disse ‘talvez’ eu levei como um sim! Te busco as 16 hrs no sábado! A e leva biquíni!
Melissa-
Por que você acha que eu vou?
Matheus-
Porque você é esperta!
Melissa-
Se eu fosse esperta mesmo eu não iria sair com você!
Matheus-
Um motivo?
Melissa- Sabe que eu realmente não sei? ( Na
real eu não quis dizer que ele tinha fama de galinha, vai que ele não
gosta...)
Matheus-
Então marcado?
Melissa-
Uhum...
Matheus-
Então tá!
Melissa-
Então tá...
Matheus-
Então tá!
Melissa-
Então tá...
Matheus-
A gente vai ficar nessa?
Melissa-
Talvez. Kkkkk
Matheus-
Então tá!
Melissa-
Vou ter que sair. Tchau.
Matheus- Tá... tchau.
Melissa
está off-line
Aquela conversa realmente não saia da minha cabeça... mas ok
né! Eu teria que fazer o esforço de sair com esse cara tão lindo e grosso (
mesmo não estando tão grosso assim agora).
Mesmo sabendo que era o errado!
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quarta-feira, 25 de junho de 2014
Capitulo Seis
O que falar daquela festa? Foi uma bosta. A intenção de Karina era boa, mas ela acabou nem prestando atenção em mim. E o que é uma namorada que diz que ama o parceiro mas nem presta atenção ao mesmo, sendo que a festa era justamente para ele?
Eu estava seriamente pensando em terminar com ela. E aquele acontecimento naquela festa fez com que minhas dúvidas se tornassem inexistentes.
Eu terminaria com a Karina no dia seguinte. Apenas para ter a Melissa.
Quando Melissa praticamente caiu em cima de mim (pela segunda vez no ano), vi seus olhos meio verdes me olhando, envergonhada. Eu queria beija-la, acaricia-la até o amanhecer.
Ela seria meu novo objetivo.
Quando nossos lábios estavam quase se tocando, a pressão de seu corpo aumentou e caímos juntos. Comecei a rir, e ela riu comigo.
A puxei pela cintura e a beijei.
Pensar no dia anterior me deixava muito envergonhado. Mesmo sabendo que não devia ter feito aquilo, que foi errado... ao mesmo tempo eu sabia que era certo.
E o mais certo a se fazer naquele dia era terminar com a Karina, mas eu não sabia como falar... Decidi arriscar.
No intervalo,fui ao local de sempre, mas com intuito diferente: Fui a sala da Karina.
- Karina...- Mal falei e recebi um beijo.
- Oi, amor!
- Quero falar sobre uma coisa contigo...
- Fale! - Ela estava realmente animada.
- Eu... quero terminar. Tenho meus motivos para isso...
Ela ficou calada, apenas me encarando. Logo depois sorriu.
- Isso é brincadeira, né?
Fiquei calado.
- Isso é o que quer? - Ela estava quase chorando.
- Sim, Karina.
Ela mal olhou para minha cara e voltou para sua sala. Por que estou rodeado de mulheres complicadas?
Acabei indo para a cantina comprar minha comida. De longe, avistei uma menina. Sorri, comprei minha comida e fui para ela.
- Oi... - Disse.
- Oi!
Ela sorriu e eu sentei ao seu lado.
Eu não havia reparado o quanto ela era linda.
De repente, soltei o que queria falar:
- Voce... quer sair comigo?
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Eu estava seriamente pensando em terminar com ela. E aquele acontecimento naquela festa fez com que minhas dúvidas se tornassem inexistentes.
Eu terminaria com a Karina no dia seguinte. Apenas para ter a Melissa.
Quando Melissa praticamente caiu em cima de mim (pela segunda vez no ano), vi seus olhos meio verdes me olhando, envergonhada. Eu queria beija-la, acaricia-la até o amanhecer.
Ela seria meu novo objetivo.
Quando nossos lábios estavam quase se tocando, a pressão de seu corpo aumentou e caímos juntos. Comecei a rir, e ela riu comigo.
A puxei pela cintura e a beijei.
* * *
Pensar no dia anterior me deixava muito envergonhado. Mesmo sabendo que não devia ter feito aquilo, que foi errado... ao mesmo tempo eu sabia que era certo.
E o mais certo a se fazer naquele dia era terminar com a Karina, mas eu não sabia como falar... Decidi arriscar.
No intervalo,fui ao local de sempre, mas com intuito diferente: Fui a sala da Karina.
- Karina...- Mal falei e recebi um beijo.
- Oi, amor!
- Quero falar sobre uma coisa contigo...
- Fale! - Ela estava realmente animada.
- Eu... quero terminar. Tenho meus motivos para isso...
Ela ficou calada, apenas me encarando. Logo depois sorriu.
- Isso é brincadeira, né?
Fiquei calado.
- Isso é o que quer? - Ela estava quase chorando.
- Sim, Karina.
Ela mal olhou para minha cara e voltou para sua sala. Por que estou rodeado de mulheres complicadas?
Acabei indo para a cantina comprar minha comida. De longe, avistei uma menina. Sorri, comprei minha comida e fui para ela.
- Oi... - Disse.
- Oi!
Ela sorriu e eu sentei ao seu lado.
Eu não havia reparado o quanto ela era linda.
De repente, soltei o que queria falar:
- Voce... quer sair comigo?
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