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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Capitulo 19

Depois que o Matheus desmaiou eu nem pude ajudar! A Karina logo procurou um barraco que eu não estava com o mínimo clima para continuar. Então a deixei falando sozinha!

Quando fomos embora do karaoke, percebi que o Filipe tinha entendido tudo! E disse "Fé, você é demais... porém eu mau te conheço.  Você entende? " ele assentiu e disse "Amigos?!" Eu assenti e ele me abraçou.

No domingo eu, o Fê e o Lip fomos a praia! O fé amou o Lip, talvez porque eles tem praticamente o mesmo nome!  Ficamos a tarde inteira lá, e foi muito divertido!

Na segunda feira a Tina,  a melhor professora de artes foi lá na sala e pediu a nossa ajuda,  pois teve uma enchente que destruiu um abrigo de animais  e queria algumas pessoas para ajudar a reconstruir. Como era lá em Feira de Santana passaríamos um fim de semana inteiro lá.

Obviamente eu quis ir!  E com certeza não teria problema com os meus pais!   O ônibus buscaria a gente direto do colégio na sexta e voltaríamos no domingo a tarde.

Quando a sexta chegou eu estava muito animada. Eu fiquei a semana inteira trocando olhares com o Matheus que pelo que a Lu contou também ia a Feira. Porém infelizmente a Karina também iria.

Quando chegamos a Feira,  descobrimos que iriamos dormir em barracas. Achei super divertido, seria como acampar!

Começamos a trabalhar assim que chegamos,  a professora tinha separado grupos por exemplo de A-K era o grupo 1 , que iria re construir a parte de dentro, de L - Z iria reconstruir a parte de fora.

Começamos pintando algumas paredes,  e percebi que o Matheus não tirava o olho de mim. Estava realmente muito calor e como eu estava com biquíni por baixo tirei a blusa. Muitas meninas me imitaram, e então foi a vez dos meninos.

Acabamos de pintar mais rápido do que imaginavamos então a professora deixou que fossemos a cachoeira.

Lá foi muito legal, começamos a fazer guerra de agua e tudo mais. Esta muito calor mesmo então  resolvi que iria subir numa pedra pra me refrescante e deixar que a água caisse pelo meu corpo.

 O Mat não tirava o olho do meu corpo, pareceria que ele me comer com o olhar. Percebi que comecei a escorregar. Enquanto caia só deu pra ver o Mat vindo correndo.

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